PONTOS TURÍSTICOS

::: PONTOS TURÍSTICOS / localidades :::

* Armazém Kieling
* Armazém Klauck
* Belvedere
* Batatenthal
* Birckenthal
* Centro
* Fazenda Padre Eterno
* Felskopf (Morro da Embratel)
* Franckenthal
* Jammerthal
* Linha Cristo Rei
* Monumento aos Livros
* Muckenthal
* São José do Herval
* Picada São Paulo
* Walachai

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::: MONUMENTO AOS LIVROS :::

Morro Reuter, a pequena notável da leitura - fonte:Editora Atica - Abril
A pequena Morro Reuter, cidade gaúcha colonizada por alemães, está situada a 60 quilômetros do norte da capital, Porto Alegre. É lá que pode ser encontrado o Obelisco de Livros, criação do artista Gustavo Nakle, bem em frente à sede da prefeitura.

Obelisco dos Livros 
"O Obelisco foi erguido para registrar o trabalho do município em relação à leitura", diz a secretária de Educação e Cultura da cidade, Andreia Laux Ternus. O cartão-postal de Morro Reuter é uma forma de eternizar a paixão de seus moradores pelos livros.
De fato, os mais de 5 mil morro-reutenses podem ostentar um índice invejável de progresso social: 98,4% da população é alfabetizada, alçando a cidade ao primeiro posto neste quesito no Rio Grande do Sul e a um notável segundo lugar em todo o país (de acordo com o IBGE, só perde para São João do Oeste, em Santa Catarina).
Zelando por toda essa vocação para a leitura do pequeno município gaúcho está o monumento de 11 metros de altura, representado por uma pilha de 72 livros, construído diante do principal acesso à cidade. "O Obelisco de Livros é fruto do trabalho de toda uma comunidade, marca um tempo na história de Morro Reuter e nos desafia a traçar novas metas. Com certeza, propostas semelhantes deveriam ser valorizadas no Brasil, porque a educação está em destaque e merece muita atenção", ressalta Andreia.

Feira do Livro
Um outro benefício relacionado ao mundo dos livros segue de vento em popa em Morro Reuter, a feira de livros que acontece todos os anos. Programada para o período de outubro, na Praça Municipal, a Feira do Livro impulsiona a vida cultural da cidade e acolhe várias peças teatrais com repertório acessível a públicos de todas as idades.
A Feira do Livro é realizada desde o primeiro ano de emancipação do município. Morro Reuter emancipou-se do município de Dois Irmãos em 20 de março de 1992.
"Esse evento significa a festa da leitura. Todos os habitantes se preparam para receber os escritores convidados, para as sessões de autógrafos, para os bate-papos. Sempre com muita leitura."
A experiência bem-sucedida da sistematização da leitura na cidade é uma exceção no conjunto dos quase 6 mil municípios do país. "É necessário investir na formação do professor e na sua qualidade de vida. Do professor depende o índice de leitura; ele é responsável pelo exemplo", destaca a secretária de Educação.

Texto e imagens gentilmente cedidos por Carlos e Anelize.

Obelisco dos Livros. É uma forma de eternizar a paixão de seus moradores pelos livros. Monumento de 11 metros de altura, representado por uma pilha de 72 livros, construído diante do principal acesso à cidade. Morro Reuter ostenta um índice invejável de progresso social: 98,4% da população é alfabetizada.


Área em frente à sede da prefeitura de Morro Reuter, ao lado do obelisco de livros.

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::: BELVEDERE :::

Texto e imagem gentilmente cedidos por Carlos e Anelize.

Para quem sobe a Serra, a primeira atração turística de Morro Reuter é o Belvedere, construído na época do asfaltamento da BR-116. Com área para estacionamento e descanso no Km 218, divisa entre os municípios de Dois Irmãos e Morro Reuter, a cerca de 600 metros acima do nível do mar, proporciona vista privilegiada da região do Vale do Sinos. (na foto a cidade de Dois Irmãos)

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::: Felskopf (Morro da Embratel) :::

Texto e imagens gentilmente cedidos por Carlos e Anelize.

Mirante localizado no "Morro da Embratel", hoje rebatizado de Morro Felskopf. Felskopf significa "cabeça de rocha". a mudança foi feita no começo de 2009, com a meta de dissociar o ponto turístico da marca da Embratel e também de identificá-la melhor com a origem da população de Morro Reuter, formada a partir de colonizadores alemães, que se estabeleceram na área da Colônia São Leopoldo, no ano de 1824.


Visual a partir do mirante do Morro Felskopf que fica distante pouco menos de 2 quilômetros do centro da cidade de Morro Reuter. A elevação está situada sob um platô de rocha basalto a 700 metros acima do nível do mar e faz parte das montanhas que formam a Serra Geral.


Detalhe de parte da cidade de Morro Reuter. Tem pouco mais de 5 mil habitantes e acesso pela BR-116. Para quem vem de Porto Alegre é a porta de entrada para três rotas anunciadas já na chegada: a Rota Campos de Cima da Serra, a Rota Uva e Vinho e a Rota Romântica.

Uma das cidades que se pode visualizar a partir do mirante do Morro Felskopf é Dois Irmãos. Nome dado também dado aos dois morros "irmãos" visualizados lá ao fundo na imagem.
Do alto do Morro Felskopf tem-se a vista panorâmica de várias cidades pertencentes ao Vale dos Sinos e à grande Porto Alegre. (ao fundo Novo Hamburgo e mais adiante, encoberto por nuvens neste momento, Porto Alegre.)


Do centro de Morro Reuter é possível visualizar o Morro Felskopf e suas antenas.

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De portas abertas ao passado....

Tradicionais armazéns das colônias alemãs seguem funcionando em Morro Reuter....

(fonte: Revista Rota Romântica - 202)



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::: Armazém Kieling - São José do Herval :::

"Praticamente igual há 120 anos, o Armazém Kieling, um dos últimos exemplares do antigo estabelecimento de comércio da colônia alemã, é patrimônio cultural de Morro Reuter. Conta a história de São José do Herval, cravado no umbigo da localidade, de geração para geração. O prédio de madeira ainda mantém no amplo ambiente interno prateleiras que vão até o teto, soberradas pelos produtos que são um jogo de memória, impossível enumerar tantos, lembrar todos. (...) O Armazém Kieling precisa ser preservado como monumento 'a cultura alemã." (Morro Reuter de AaZ - Carlos Urbim)





ARMAZÉM KIELING na CAPA da Zero Hora:


ZERO HORA - 14 de março de 2009 | N° 15907 
MORRO REUTER - Portas abertas para viajar ao século passado
Descendente de alemães de 84 anos comanda armazém secular


Nos armários de madeira que vão até o teto, nas lamparinas que deram lugar à eletricidade ou nas histórias contadas pela proprietária. Boa parte do que há no Kieling s Haus, armazém de Morro Reuter, remete à idade do lugar que nunca fechou as portas. E lá se vão entre 130 e 140 anos.
Erguido com técnica enxaimel, o armazém perfeitamente conservado é um exemplar dos antigos comércios das colônias alemãs no Estado. A despeito da passagem dos anos, se mantém em pé, com as mesmas características de quando pertencia aos antepassados de Jacob Kieling, marido da viúva Helga Kieling, 84 anos. No armazém, o freguês encontra desde artigos de armarinho até feijão. Na diversidade, o estabelecimento mantém o jeito do comércio que, há mais de cem anos, era de tudo um pouco – farmácia, loja de tecidos, secos e molhados.
Também como nos velhos tempos, é na porta da casa da proprietária, nos fundos do armazém, que os cerca de 600 moradores da localidade – que não conta com farmácia –, batem à porta quando precisam de algodão ou de um remédio para a febre na madrugada. Mas para chegar às mãos da quarta geração dos Kieling, o lugar teve de se modernizar. Refrigerantes ou enlatados dividem espaço com objetos antigos.
A família não sabe ao certo quando o armazém foi inaugurado. A estimativa da prefeitura e de historiadores é de que o prédio tenha sido construído entre 1869 e 1879 – entre 45 e 55 anos depois da chegada dos primeiros alemães. Características da obra e dos móveis indicam a data de construção. A porta principal, em madeira com desenhos talhados, era tradição na Alemanha. Os armários também são originais.
– E sem nenhum cupim – orgulha-se Helga.
Natural de Santa Maria do Herval, ela relata que foi ao se casar com Jacob Kieling, há 64 anos, que realizou o sonho de infância: trabalhar em armazém. Foi atrás dos balcões que aprendeu o português. Hoje, o comércio, localizado em uma encruzilhada que liga São José do Herval à sede de cinco municípios – Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Sapiranga, Araricá ou Igrejinha – é ponto de encontro dos descendentes de alemães e de viajantes. Enquanto ao fundo tocam músicas típicas, os frequentadores disputam bolão de mesa ou jogos de cartas, como o schoffkopp. O lugar também recebe turistas. Já passaram por lá alemães e norte-americanos.

Saiba mais: 
> Conforme o livro O Quadriênio 1827-1830 da Imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul, de Carlos Henrique Hunsche e Maria Astolfi, o primeiro imigrante Kieling chegou à região onde hoje está Dois Irmãos (Morro Reuter pertencia ao município) em 1848


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::: ARMAZEM KLAUCK :::
Localizado em Picada São Paulo, na BR 116.





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::: Fazenda Padre Eterno :::

Assim como são vagas as informações sobre o nome Reuter, não se tem precisão maior quanto ao início do povoamento de Fazenda Padre Eterno, localidade a cerca de 17 quilômetros do Centro. Seria o único núcleo colonial do município fundado por um descendente de portugueses, chamado Francisco. Esse personagem sem sobrenome definido teria vindo de Sapiranga, depois do massacre dos Muker em 1874, e se estabeleceu no lugar. Discípulo de Jacobina Mauer, Francisco começou a ganhar fama de curandeiro e o apelido de Padre Eterno, dado pelos colonos que espalharam notícias de curas milagrosas. 
Por ironia, nas décadas seguintes, com a chegada de imigrantes alemães, a localidade se tornou predominantemente luterana. Em 2003, com cerca de 80 famílias, está na Fazenda o maior contingente de evangélicos de confissão luterana do município. Durante a semana, todos trabalham no cultivo de batatinha, na produção de leite e na exploração da acácia-negra e de lenha. Nos fins de semana, as pistas de bolão revelam os talentos e os campeões de Fazenda Padre Eterno.
( Morro Reuter de AaZ - Carlos Urbim)

::: Igreja Evangélica - IECLB








Antigo Salão de Baile

Salão da Comunidade Evangélica



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::: São José do Herval :::

Paisagens na VRS 833 - Caminho para São José do Herval, Santa Maria do Herval e Gramado: 








Igreja de São José do Herval

A 10 quilômetros do centro, no coração da localidade de São José do Herval, a igreja de pedra inaugurada em 18 de março de 1923 é uma das atrações turísticas de Morro Reuter. Foi construída com o basalto típico da região, e suas aberturas são complementadas por vitrais coloridos em que a luz solar destaca imagens de santos. Outra relíquia do templo católico, dedicado ao padroeiro São José, são o altar e o púlpito esculpidos em madeira nobre. (Morro Reuter de AaZ - Carlos Urbim)






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::: Picada São Paulo :::

No trecho da BR-116 entre Morro Reuter e Picada Café há, junto 'a estrada, meia dúzia de bancas 'a disposição dos que sobem ou descem a Serra. Em cada pequena construção de madeira, frutas, verduras e flores são acomodadas nas prateleiras e mesas de maneira impecável. Os vendedores, expõem espigas de milho, raízes de mandioca, repolhos, couves,(...) como obras de arte, no capricho, tudo recém-colhido e lavado. Ao lado, o conjunto de flores é um show: cristas-de-galo, dálias, crisântemos, zabumbas, pétulas, sempre-vivas, bocas-de-leão, margaridas, orquídeas da terra. Várias famílias de Picada São Paulo ampliam a renda mensal com o comércio de hortigranjeiros e flores na beira da estrada. (Morro Reuter de AaZ - Carlos Urbim)
::: Igreja de São Pedro e São Paulo






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